domingo, 15 de novembro de 2009

Drão




"O amor da gente é como um grão, uma semente de ilusão; tem que morrer pra germinar. Plantar n’algum lugar, ressuscitar no chão nossa semeadura. Quem poderá fazer aquele amor morrer, nossa caminha dura. Dura caminhada pela estrada escura.
Drão, não pense na separação, não despedace o coração. O verdadeiro amor é vão, entende-se infinito, imenso monólito, nossa arquitetura. Quem poderá fazer aquele amor morrer, nossa caminha dura, cama de tatame pela vida afora.
Drão, os meninos são todos sãos, os pecados são todos meus. Deus sabe a minha confissão! Não há o que perdoar por isso mesmo é que há de haver mais compaixão. Quem poderá fazer aquele amor morrer se o amor é como um grão. Morre nasce trigo, vive morre pão. Drão!"

7 comentários:

Cris Teles disse...

Linda essa música...
Beijos

Desabafando disse...

Nossa, que lindoooo..

Flávia Diniz. disse...

Oláááá

tô te seguindoo =D

Ágatha Alves disse...

nossa flor muito lindo
amei de mais

beijos

Carolda disse...

Que lindo!
É uma música mesmo?
Beijo

Amanda Morgenstern disse...

É terrível, mas é a condição humana, depender de alguém...

Bjux

paaathy ;D disse...

Gil fez essa música pra terceira mulher dele, Sandra, o apelido dela é Drão. Fez quando eles se separaram, a letra fala do que eles viviam, do amor se transformando em outra coisa. Nasce, morre e renasce em outra forma. E acho que é isso o mais bonito do amor ele acabando ou não, as músicas que ficam, os resquícios. A Sandra, ouve essa música até hoje e se emociona ainda, o Gil também.